Por que o futuro da IA no RH começa com o básico
Conheça sete casos de uso comprovados e um roadmap claro para a transformação do RH aprimorada por IA
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Atualmente, a IA está em todos os lugares – nas pautas da diretoria, nas reuniões de liderança e em todas as manchetes sobre o "futuro do trabalho". Mas a realidade é que, para os líderes e gerentes de TI em organizações globais, a parte mais difícil não é decidir se a IA é importante, mas descobrir como fazê-la funcionar em diferentes regiões, regulamentações e culturas, sem macular a confiança nem criar pesadelos de compliance.
O relatório da The Josh Bersin Company, "Maximizando o impacto da IA no RH central, na gestão de tempo e na folha de pagamento", oferece uma nova perspectiva: pare de buscar ferramentas de IA brilhantes até que sua base esteja sólida. Isso significa sistemas integrados de RH central, gestão de tempo e folha de pagamento – não apenas para a automação, mas para a transformação.
Por que a urgência?
Vamos começar com alguns números do relatório da The Josh Bersin Company que devem fazer todo líder de RH refletir:
- 53% dos CEOs acreditam que a empresa não sobreviverá na próxima década sem grandes mudanças no modelo de negócios.
- Apenas 23% acreditam que conseguem se adaptar com rapidez suficiente.
- E somente 7% estão gerando novas receitas com IA atualmente.
Tradução? A IA não é algo opcional, mas uma estratégia de sobrevivência. Com sistemas de RH fragmentados, você estará desacelerando a inovação e até mesmo colocando seus negócios em risco.
O verdadeiro problema: prender-se a detalhes insignificantes
Além disso, de acordo com o relatório, a maioria das organizações está estagnada na extremidade inferior da curva de maturidade:
- Nível 1: instalar a tecnologia, automatizar algumas tarefas, reduzir custos. Necessário, mas não estratégico.
- Nível 2: reformular os workflows para obter eficiência. Melhor, mas continua desconectado dos resultados de negócios.
Parece familiar? Esses passos não estão errados; eles estão incompletos. Se o RH quer liderar, e não ficar para trás, precisa avançar para os níveis 3 e 4, em que os sistemas geram insights, viabilizam a agilidade e criam experiências que os colaboradores realmente gostam.
Então, qual é a solução?
O relatório apresenta uma filosofia clara: integração em primeiro lugar, inovação em segundo. Por quê? Porque a IA é executada com base em dados, e dados ruins matam boas ideias. Quando os sistemas de RH central, gestão de tempo e folha de pagamento estão conectados, você tem uma única fonte da verdade. É isso que torna a IA útil.
E não se trata apenas de tecnologia. É preciso resolver quatro grandes imperativos:
- Equilibrar as necessidades dos colaboradores com o compliance.
- Simplificar a pilha de tecnologia de RH.
- Criar uma experiência irresistível para os colaboradores.
- Dar aos gerentes insights reais, não mais dashboards.
Vamos falar sobre casos de uso
Confira alguns destaques:
- Para colaboradores: assistentes de IA que respondem a perguntas de política em linguagem simples e ajudam nas tarefas rotineiras. Chega de vasculhar os portais.
- Para gerentes: ações rápidas de RH dentro do Microsoft Teams, além de "coaches" de IA que os preparam para conversas difíceis, como avaliações de remuneração.
- Para o RH: copilotos de compliance que rastreiam mudanças legislativas em todas as regiões e explicam o que precisa acontecer a seguir.
Eles não são hipotéticos e contam com o respaldo de números sólidos: 81% menos tempo gasto no processamento de tíquetes de RH, 89% menos tempo de preparação para discussões sobre pagamento e recuperação de informações 95% mais rápida. Esse é o tipo de ROI que chama a atenção dos executivos.
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Casos de campo: a excelência na prática
Se você administra o RH em várias regiões, conhece bem o problema: o que funciona em um país pode não funcionar em outro. É por isso que o relatório enfatiza a governança, a explicabilidade e a privacidade desde a concepção. A IA deve respeitar as leis locais, se adaptar às normas culturais e mostrar seu trabalho – porque confiança é tudo.
E a confiança começa com a integração adequada. Esses exemplos do relatório mostram como é a excelência na prática. O Eurobank, diante de uma nova lei trabalhista grega que exige controle de horas em tempo real, teve seis meses para se adequar e não incorrer em multas de € 10.000 por colaborador. Ao integrar o controle de horas ao RH central e automatizar o envio de dados, o Eurobank obteve 99% de precisão e reduziu os erros de upload em 25%. Os colaboradores adoraram a experiência móvel. Ao ser incorporado ao processo, o compliance deixou de ser uma dificuldade.
Conheça também o caso do BT Group, gigante global de telecomunicações que estava se afogando em 30 sistemas legados e 200 workflows. A geração de relatórios levava cinco dias, e até mesmo mudanças simples de dados exigiam uma ligação extensa. Depois de consolidar 80 processos em uma plataforma, o BT Group economizou um milhão de horas de produtividade anualmente e passou a usar funções analíticas em tempo real. Isso não é só eficiência – é agilidade.
Esses exemplos comprovam o ponto: a integração não é glamourosa, mas é transformadora. É o que torna a adoção de IA segura, escalável e genuinamente valiosa.
Criação da justificativa de negócio: a sobrevivência encontra a estratégia
Este é um discurso que seu CFO pode adotar: sistemas fragmentados custam dinheiro, criam riscos e bloqueiam a inovação. Sistemas integrados reduzem erros, melhoram o compliance e desvendam insights baseados em IA que afetam a receita, a retenção e a produtividade.
Vincule-o às prioridades do CEO: a transformação não é opcional, e a IA faz parte dela. Mas, sem uma base sólida, adotar a IA é queimar a largada. Mostre os números – transações de RH 90% mais rápidas, 81% menos tempo gasto no processamento de tíquetes de RH, aumento de 10% na retenção – e conecte-os aos resultados que importam: planejamento mais rápido da força de trabalho, melhor engajamento dos colaboradores e menos multas de compliance.
O que muda primeiro – e o que muda em seguida
Comece pequeno. Escolha dois ou três casos de uso de IA que resolvam pontos problemáticos reais e ofereçam ganhos rápidos. Pode ser um assistente voltado ao colaborador para questões de políticas. Ou talvez ações rápidas do gerente no Teams. Associe cada um a métricas claras de sucesso: economia de tempo, maior precisão, redução de tíquetes.
Em seguida, escale. Passe para funções analíticas, planejamento da força de trabalho e inteligência de habilidades, mas somente quando seus dados estiverem depurados e sua base for sólida. Durante todo o processo, mantenha o elemento humano em primeiro plano. A IA deve explicar suas respostas, citar fontes e dar suporte, não substituir o julgamento humano.
O resultado
A IA não substituirá o lado humano do RH: liderança, empatia, justiça. E sem uma base sólida, ela não pode cumprir sua promessa. De acordo com o relatório da The Josh Bersin Company, o caminho mais rápido a seguir é simplificar e integrar seus sistemas centrais e, em seguida, aplicar a IA em camadas onde ela facilita o trabalho e torna as decisões mais inteligentes.
Faça isso e o RH deixará de ser uma função de back-office, tornando-se um motivador estratégico da transformação empresarial – mercado por mercado, equipe por equipe.
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