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De uma estrutura de TI dispersa a uma solução integrada.
Da transformação de meros digitadores de dados a verdadeiros
analistas de negócios. A adoção da solução SAP foi um marco
para a Petroquímica Triunfo, que passou a controlar e a gerar
informações com maior consistência. Tudo começou em 1998,
quando a produtora de insumos químicos para a indústria
de transformação de plásticos passou a buscar no mercado
uma solução que pudesse integrar seus processos internos.
A ponta de lança era adequar a infra-estrutura ao bug
do milênio, mas Gil Carvalho de Freitas, gerente
de Tecnologia da Informação da Triunfo, já pensava
em substituir as ferramentas caseiras e descentralizadas
por um sistema robusto que pudesse abranger toda a companhia.
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Dificilmente se vê no mercado outra solução
que atenda a todos os níveis de gestão corporativa. |
Gil Carvalho de Freitas,
Gerente de TI da Petroquímica Triunfo |
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Resolvido o bug do milênio, a Triunfo implementou o SAP ERP e,
desde então, vem aprimorando seu software de gestão empresarial
até chegar ao SAP NetWeaver, adotado em novembro de 2005. A
primeira versão do SAP ERP foi a 4.0, implementado em com o
apoio de um parceiro SAP, a MultiVision, e atualizada em 2003
para a 4.7, com o suporte da SoftTek. Em março de 2005, a migração
para a versão 5.0 já não precisou mais de suporte externo.
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Um dos pontos que chamaram nossa atenção
na época era que o investimento da SAP
em pesquisa e desenvolvimento era equivalente
ao faturamento anual do segundo colocado. |
Gil Carvalho de Freitas,
Gerente de TI da Petroquímica Triunfo |
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Iniciada a adoção do SAP NetWeaver em março, as demais
soluções foram sendo atualizadas, como, por exemplo,
o SAP NetWeaver Business Intelligence, que passou para
a versão 3.5, e o BSC (Balance ScoreCard), para a 4.0,
ambas as versões já integradas à nova plataforma.
A expectativa é de que todas as soluções da SAP sejam
atualizadas rapidamente, de forma que a migração para
o SAP NetWeaver esteja concluída em oito meses.
O investimento da Petroquímica Triunfo em SAP ultrapassa
R$ 1 milhão anualmente, sendo que nos próximos três anos
a previsão é aplicar ao todo R$ 3,5 milhões. O salto se justifica:
“Dificilmente se vê no mercado outra solução que atenda
a todos os níveis de gestão corporativa”, diz Freitas. Os custos
também se provaram vantajosos. “Hoje estamos no mesmo
patamar de custos em TI do que antes de adotar SAP, porém
com benefícios muito mais valiosos”, explica o executivo.
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Quando nós optamos por fazer o upgrade do
SAP ERP para a versão ECC 5.0, aproveitamos
já para embarcar na plataforma tecnológica
SAP NetWeaver. Essa migração nós fizemos
sozinhos, sem consultoria, em apenas
20 dias, contando apenas com o apoio
pontual da SAP. |
Janice Araújo Lunardon,
Coordenadora de Sistema de Gestão da Triunfo |
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As três fases do projeto
A evolução da gestão de TI da Petroquímica Triunfo
foi organizada em três níveis: operacional, tático e estratégico.
O primeiro serviu para definir as melhores práticas e as regras
de negócio com a implementação do SAP ERP.
“Antes, cada funcionário digitava dados em planilhas Excel
a seu modo, possibilitando a existência de diversos dados
diferentes para a mesma informação. A quantidade de erros era
enorme e faltava consistência das informações”, lembra Freitas.
Hoje, pode-se saber com precisão quanto foi produzido, em qual
quantidade e para qual cliente.
O balanço mensal, que antes levava até 15 dias para ser concluído,
já pode ser consultado no segundo dia útil do mês seguinte.
“As regras são fundamentais para o controle dos dados. Para nós,
esse foi um grande benefício da metodologia, pois as pessoas que
atuam no nível transacional têm de operar de forma consistente,
correta e transparente, respeitando as regras de negócios
da empresa”, diz Freitas.
Feito o levantamento dos dados de acordo com as rotinas
previamente estabelecidas, como extrair benefícios de toda essa
organização? Foi quando a Triunfo partiu para a segunda etapa
do sistema de gestão SAP, ou seja, a busca pela eficiência
organizacional. Havia necessidade, então, de se adicionar uma
camada tática à gestão de TI da empresa, e a opção foi utilizar as
soluções SAP NetWeaver Business Intelligence, o SAP SEM BPS
(Business Planning and Simulation) e o SAP SEM BSC (Balanced
Scorecard). Assim, os gerentes, os coordenadores e os analistas de
negócios da Triunfo passaram a ter condições de analisar as
informações coletadas em todas as áreas, desde o chão de fábrica
até o financeiro, tanto dentro quanto fora da empresa, via acesso
remoto. Foi um tremendo salto em termos de gestão de negócios
suportados por TI.
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Sumiu aquele vazio de quem era mero
digitador de dados; as pessoas passaram
a ser analistas de negócios e a enxergar
a companhia de forma diferente. |
Gil Carvalho de Freitas,
Gerente de TI da Petroquímica Triunfo |
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Eficiência operacional e organizacional
A Petroquímica Triunfo iniciou o uso do SAP NetWeaver
Business Intelligence em 2002, o qual atingiu a plenitude em
2003. Em 2005,todo o projeto de gestão integrada de TI baseada
em SAP passou a rodar afinado, em todas as camadas da empresa.
Por meio do BSC, funcionalidade do SAP SEM que se refere ao
planejamento estratégico, os executivos e diretores podem utilizar
a gama de informações gerada nas etapas operacional e tática,
e com isso conseguem traçar metas de crescimento da companhia
com precisão e velocidade, atingindo já a terceira etapa do plano da
Triunfo, a estratégica. “Um dos destaques do BPS é a possibilidade de
se fazer simulações. No mesmo dia é possível saber exatamente que
impacto o aumento de produção em uma linha terá nas margens
da companhia, por exemplo”,diz o Gerente de TI da Triunfo.
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Muito se fala em eficiência operacional
como diferenciador; para nós isso é default.
A eficiência organizacional, sim, é que promove
a diferenciação. Para que seja atingida é preciso
um modelo de gestão, pessoas qualificadas e,
necessariamente, uma estrutura de BI, como o
SAP NetWeaver BI, que permita ao executivo
gerenciar a performance da organização. |
Cezar Augusto Mansoldo,
Diretor Presidente da Petroquímica Triunfo |
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Criada em 10 de julho de 1979, a empresa iniciou produção
em 7 de março de 1985. Em 2004, a composição acionária
da companhia foi alterada em virtude do aumento de
participação acionária da Petroquisa (Petrobras Química),
que passou a deter 85,4% do controle. Hoje, a Petroquímica
Triunfo possui cerca de 250 empregados, distribuídos pela sede,
em Porto Alegre (RS), o escritório comercial em São Paulo (SP)
e a fábrica no Pólo Petroquímico de Triunfo (RS). A empresa
possui capacidade instalada de 160 mil toneladas por ano para
produzir 30 tipos de Polietileno de Baixa Densidade (PEBD)
e outros produtos petroquímicos. A comercialização da
produção é feita para o mercado interno e externo,
principalmente para o Mercosul.
Agilidade no acesso às informações
Com o sistema SAP, a visão do negócio tornou-se transparente
para os gestores, capazes de acessar quaisquer dados do ciclo
de produção e vendas com rapidez, num intervalo de quatro
horas. O próximo passo é atingir o tempo real, o que será
possível com o Analytics, a partir de outubro de 2005.
O SAP NetWeaver havia sido demonstrado há dois anos para a
Triunfo, e desde então vem coroar a etapa estratégica do projeto
que é tornar a TI um driver do negócio, na direção do que diz a
SAP: “TI embedded in business”. “A informação correta e
democrática explodirá na tela dos usuários da empresa,
possibilitando que o login não seja um ato de conhecer, mas de
realizar”, conta Gil Carvalho de Freitas.

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