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A Rio Grande Energia (RGE), distribuidora de energia elétrica
das regiões norte e nordeste do Rio Grande do Sul,
foi privatizada há oito anos e atualmente é formada
por importantes grupos nacionais e internacionais de energia.
Hoje, a empresa atende 1 milhão de consumidores, distribuídos
por 254 municípios gaúchos. Anteriormente, o maior benefício
foi modernizar a gestão de TI da empresa, pois os sistemas
legados estavam todos consolidados em um mainframe
que, além de demandar alto custo de manutenção, apresentava
problemas de integração com outros sistemas da RGE.
“Os sistemas comercial, financeiro e contábil não estavam
integrados e, na época, não havia qualquer gerenciamento
para o bug do ano 2000”, conta Marcelo Carreras, CIO da RGE.
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A ajuda dos serviços da SAP Consulting,
a entrada em produção das novas soluções
da SAP e a migração da plataforma Unix para
Linux permitiram que a empresa fizesse um
investimento três vezes menor em infra-estrutura. |
Marcelo Carreras,
CIO da Rio Grande Energia (RGE) |
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Diante desse cenário, a migração para um ambiente mais
flexível e integrado tornou-se prioridade na empresa. Por isso,
a RGE, com a ajuda dos serviços de gestão de projetos da SAP,
implementou a solução de gestão integrada da SAP, migrou para
a plataforma Linux e, ao mesmo tempo, partiu para a versão mais
atualizada do SAP R/3 e adotou a solução mySAP Business Suite.
Qualidade das informações aos acionistas
“O objetivo era não só ter uma solução que atendesse
às necessidades estratégicas de negócio da RGE, mas melhorar
a qualidade e o detalhamento das informações
para os acionistas”, afirma Carreras.
A RGE fez análises das soluções disponíveis no mercado e decidiu
pela implementação da solução de gestão integrada da SAP.
O projeto foi realizado em três fases. A primeira ocorreu em 1997
e durou cinco meses. Foram implementados os módulos
de Finanças (FI), Controladoria (CO), Administração de Ativos
(AM), Administração de Fundos (FM) e Gerenciamento
de Materiais (MM). No ano 2000, a RGE partiu
para a implementação do módulo PM (Manutenção).
Integração com sistemas legados
A segunda fase aconteceu no final de 2003. Para suportar todas
as funcionalidades, a RGE decidiu migrar para a plataforma Linux
e, ao mesmo tempo, partir para a versão mais atualizada do SAP ERP.
Para realizar a implementação do novo projeto, foi divulgado
um Request for Information (RFI) para selecionar a empresa
responsável. E a própria SAP acabou sendo a escolhida.
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Foi um processo natural, até porque
faríamos a migração do SAP R/3
para a nova plataforma. E concluímos que,
com os serviços de gestão de projetos
da SAP, poderíamos fazer uma mudança
mais suave não só da solução, mas da
plataforma e do novo ambiente operacional. |
Marcelo Carreras,
CIO da RGE |
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Em 2004, a empresa decidiu implementar os seguintes
componentes: o CFM (Corporate Finance Management)
e o SMI (Supplier Management Inventory), utilizando
o SAP XI (Exchange Infrastructure), funcionalidade
que faz parte da plataforma SAP NetWeaver. “Nós utilizamos
a ferramenta SAP XI para fazer as integrações com outros
sistemas legados que ainda temos na empresa, e assim
passamos a eliminar algumas interfaces que sempre tínhamos
com nossos sistemas”, comemora Carreras.
Nesse projeto, a RGE tornou-se a primeira empresa do Brasil
beneficiada pela SAP Consulting PMM (Project Management
Methodology). Trata-se de uma metodologia de gestão
de projetos que a SAP desenvolveu para dar o máximo
de segurança ao cumprimento de prazos e orçamentos
de implementação. A metodologia foi desenvolvida baseando-se
nos padrões do Project Management Institute (PMI), dos Estados
Unidos. “A SAP alocou profissionais extremamente competentes
para realizar esse projeto. Tanto na qualidade de serviço
como na condução do projeto”, revela o executivo. Esse serviço
de consultoria da SAP funcionou como um “acelerador” dentro
da ASAP, que é a metodologia tradicional da SAP.
Graças à PMM é possível, por exemplo, saber a qualquer
momento se a implementação está seguindo o ritmo ideal
ou prever gargalos na implementação e eliminá-los antes
que possam interferir no andamento do trabalho.
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A migração da versão 4.0 para a 4.7
do SAP ERP durou seis meses e, com certeza,
o Project Management Methodology teve
papel fundamental para conseguirmos atingir
o prazo final. |
Marcelo Carreras,
CIO da RGE |
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Expectativas atendidas
O propósito da migração, ressalta Carreras, foi minimizar
o nível de customizações e, assim, reduzir os custos,
bem como eliminar os programas desenvolvidos ao longo
dos anos e colocar a empresa dentro de um padrão de melhores
práticas da SAP. “Fizemos a revisão dos processos para adequar
as nossas soluções ao SAP ERP. Com isso, pudemos
implementar outros módulos sem prejudicar a integração
das informações”, enfatiza Carreras.
A última fase foi a implementação do SAP Business Suite,
que é uma família de soluções empresariais adaptáveis mais
abrangentes, fornecendo as funcionalidades de mais alto nível
possível para uma integração completa, funcionalidades
específicas a cada indústria, adaptabilidade ilimitada e provedora
de fácil colaboração via Internet.
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Quando escolhemos a SAP Consulting
para realizar a implementação do SAP
Business Suite, concluímos que com ela
poderíamos fazer uma mudança mais suave
não só da solução, mas também
da plataforma e do ambiente operacional. |
Marcelo Carreras,
CIO da RGE |
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Sem custo de customização
Os resultados indicam que a escolha foi a melhor, tanto
no que diz respeito a fatores tangíveis (infra-estrutura e gestão
de TI) como intangíveis (estabilidade e flexibilidade
dos processos). A escolha da SAP, segundo Carreras, atendeu
a todas as expectativas da área de TI. “Isso sem falar em todo
o escopo da migração, que permitiu sairmos da versão 4.0
do SAP ERP para a 4.7 e depois absorver
toda a tecnologia envolvida no SAP Business Suite, além
das funcionalidades do SAP NetWeaver. Conseguimos também
eliminar os custos com infra-estrutura por meio da migração
para a plataforma Linux”, revela Carreras.
Logística aperfeiçoada
Outro aspecto apontado pelo CIO da RGE é a questão
da migração, que possibilitou à empresa rever e melhorar
alguns processos e obter maior integração da informação.
“Além disso, conseguimos solucionar algumas demandas
da área de tesouraria, com a melhoria do controle de fluxo
de caixa, de ativos, financiamentos e do gerenciamento
e contabilização de contratos. Aproveitamos ainda para fazer
alguns aperfeiçoamentos nos módulos de logística e gestão
de matéria-prima”, adianta Carreras.
Para os próximos dois anos, a RGE irá adotar a solução
SAP SCM (Supply Chain Management) –
que possibilita redes de fornecimento adaptáveis, ao oferecer
às empresas capacidades de planejamento e execução
para gerenciar operações empresariais, assim como tecnologias
de coordenação e colaboração para estender essas operações
além das fronteiras corporativas – e o SAP Enterprise Portal
(SAP EP), solução que unifica informações cruciais
e aplicativos para dar aos usuários uma visão única que abrange
toda a empresa. Ele permite que se tire total proveito de todos
os recursos de informação e que se maximize o retorno
dos investimentos em TI.
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