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O aplicativo SAP ERP nos deu maior controle de informação, a ponto de gastarmos menos em desenvolvimento de marketing. Conhecemos nominalmente o cliente em que devemos investir para trazer mais receita à empresa |
| Paulo Sérgio de Gouveia, gerente de Tecnologia de Informação da PST |
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A LUZ QUE ILUMINA
Fabricante de alarmes para carro, com 1,1 mil funcionários, fábrica em Manaus, matriz em Campinas e escritório de vendas para a América Latina na Argentina, a PST Indústria Eletrônica da Amazônia não trabalha às cegas. Detentora da marca Positron (como também é conhecida no mercado), a empresa tem total domínio sobre as informações de seus 12 mil clientes. Sabe quais deve atingir, os gastos de cada um, o potencial de crescimento, as estratégias de maior retorno, o custo de cada cliente para a companhia e aqueles que compram menos. Enfim, tem um controle absoluto sobre toda a sua cadeia de valor.
Não se trata, porém, de pura adivinhação. Depois da implementação dos aplicativos da SAP, o que possibilitou a integração das informações de todas as áreas corporativas, os gestores da empresa deixaram de ter apenas uma visão operacional dela. Eles ganharam capacidade de análise de tudo o que se passa no ciclo de negócio da PST. “Com todo esse controle de informação que conquistamos com o SAP ERP, acabamos gastando menos em desenvolvimento de marketing, porque sabemos exatamente em qual cliente devemos investir a fim de trazer mais receita para a empresa”, explica Paulo Sérgio de Gouveia, gerente de Tecnologia de Informação da PST. “A iniciativa de adotar o SAP ERP foi um movimento importante para que nós nos mantivéssemos na liderança do mercado brasileiro de eletrônica embarcada.”
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Eu costumo dizer que uma implementação em uma empresa de middle market é sempre muito difícil, principalmente pela falta de recursos. Mas, no nosso caso, todas as dificuldades foram superadas |
| Paulo Sérgio de Gouveia, gerente de Tecnologia de Informação da PST |
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Empresa de médio porte, criada em 1996 e que a partir de 1997 transferiu 50% de suas ações às mãos da norte-americana Stoneridge, a PST cresce em ritmo sustentado. De 1997 a 2000, por exemplo, seu faturamento praticamente dobrou: passou de R$ 25 milhões para R$ 50 milhões. Em 2006, a companhia chegou a uma receita de aproximadamente R$ 250 milhões e, agora, a partir de seu escritório de vendas na Argentina, caminha para um aumento de negócios na região latino-americana, em especial, na operação que possui no México.
“Não conseguiríamos dar este salto se não tivéssemos implementado o aplicativo”, diz Gouveia. A decisão de adotar o SAP ERP foi motivada pela própria necessidade de um sistema de gestão que desse suporte e continuidade à boa fase de expansão da empresa. “A PST precisava de uma área de TI que acompanhasse a expansão do nosso market share. Além disso, a tendência de mercado mostrava que vários dos nossos fornecedores e clientes estavam se envolvendo com a tecnologia da SAP”, lembra ele.
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Seria difícil conseguir dar este salto se não tivéssemos implementado o aplicativo SAP ERP |
| Paulo Sérgio de Gouveia, gerente de Tecnologia de Informação da PST |
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Depois de um extenso processo de avaliação de soluções nacionais e internacionais, a PST optou pela SAP. Os
aplicativos, que compreendem as áreas de materiais, produção,
vendas e distribuição, controladoria e financeira, foram implementados com apoio da Procwork em todas as áreas
da companhia (Campinas e Manaus) dentro do prazo
estipulado de 83 dias.
Não foi uma implementação fácil, segundo Gouveia. “Eu costumo dizer que uma implementação numa empresa de middle market é sempre muito difícil, principalmente pela falta de recursos. O sacrifício é muito grande, há um acúmulo de funções durante a implementação. Se não há o comprometimento da alta direção e, principalmente, se não for desenvolvido o lado motivacional dos usuários e funcionários, o projeto pode ter problemas até se estabilizar. Mas, no nosso caso, todas as dificuldades foram superadas”, conta o executivo.

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